Caryocar brasiliense
Baseada, entre outros fatores, na ampla distribuição.
Caryocaraceae / Malpighiales
pequi
CEF-TAX-000001 · Ficha V1.0
Conhecido como pequi, é uma espécie nativa do Brasil, não endêmica, com ocorrência confirmada no Cerrado. As flores são grandes, creme-amareladas e lembram um pincel. No Brasil Central, foram estudadas como polinizadas principalmente por morcegos que se alimentam de néctar.

| Nome científico | Caryocar brasiliense Cambess. | A |
|---|---|---|
| Família | Caryocaraceae | A |
| Ordem | Malpighiales | A |
| Gênero | Caryocar | A |
| Nome popular | pequi | A |
| Publicação original | Flora Brasiliae Meridionalis 1: 322 (1828) | A |
| Sinônimo | Acantacarix pinguis Arruda ex Koster | A |
| ID Flora e Funga do Brasil | FB6688 (recuperado por fonte derivada) | B |
As duas listas vêm de fontes, épocas e recortes taxonômicos diferentes. Elas aparecem lado a lado, sem serem fundidas, até a conferência direta na Flora e Funga do Brasil. B
Escopo: subsp. brasiliense
Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pará, São Paulo
Escopo: espécie, com base na Flora e Funga do Brasil (consulta de 28/07/2025)
Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pará, Piauí, São Paulo, Tocantins
Domínios fitogeográficos
Fonte: Rede de Sementes do Cerrado
Hábito variável. As fontes indicam árvore e, em alguns tratamentos ou condições, arbusto ou subarbusto. O CNCFlora descreve indivíduos que podem passar de 10 m e associa a variação de porte à fertilidade do solo ou a fatores genéticos. B
Ambientes documentados
Gribel & Hay (1993) descrevem flores grandes, creme-amareladas, com uma arquitetura que lembra um pincel: muitos estames longos se abrem ao redor do centro.
A cor fica registrada como observação documentada, ligada à estrutura da planta, e não como atributo tirado de fotografias.
Não existe um calendário único do pequi para todo o país. Cada linha mostra o que um estudo observou em um lugar. Alocal / C nacional
| Local e fonte | jan | fev | mar | abr | mai | jun | jul | ago | set | out | nov | dez | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Montes Claros, MGLeite et al., 2006 · 3 anos de observação | floração | floração | pico de floração | início dos frutos | floração na seca; frutos seguem na estação chuvosa | ||||||||
| Área em Minas Geraisestudo citado por Leite et al., 2006 | floração | floração | floração | ||||||||||
| Distrito Federalestudo citado por Leite et al., 2006 | floração | floração | floração | floração | floração | floração após a emissão de folhas novas | |||||||
| Síntese nacionalCNCFlora, 2012 | frutos | frutos | frutos | principalmente jan–mar; admite frutos fora desse período | |||||||||
| Alto Rio Grande, MGVilela, Carvalho & Vieira, 2008 | frutos | frutos | melhor período de coleta de frutos maduros |
Escopo: Cerrado do Brasil Central. Fonte: Gribel & Hay, 1993. Alocal
A espécie e a subespécie têm avaliações separadas, com datas diferentes. Uma não herda a categoria da outra.
Baseada, entre outros fatores, na ampla distribuição.
Critério: B2ab(i,ii,iii)
Estes são registros de uso e de evidência. O atlas não faz recomendações de manejo ou de consumo.
| Campo | Nível | Situação |
|---|---|---|
| Nome científico | A | confirmado em checklist oficial (JBRJ/GBIF) |
| Família | A | confirmada |
| Nome pequi | A | documentado |
| Sinonímia | A | checklist oficial |
| Ocorrência no Cerrado | A | confirmada |
| Distribuição estadual atual | B | requer conferência direta final |
| Forma de vida | B | variação precisa de contexto |
| Cor e morfologia floral | A | artigo científico |
| Fenologia | Alocal / C nacional | bons estudos locais; não generalizar |
| Polinização | Alocal | estudo ecológico específico |
| Conservação da espécie | Ahistórica | avaliação CNCFlora 2012 |
| Conservação da subsp. intermedium | A | avaliação CNCFlora 2023 |